Verborreia Matinal
Alguém já parou para pensar na infinita quantidade de coisas que já estavam programadas para acontecer desde... Sempre? Pergunta totalmente retórica, mas me pegou de jeito ontem indo almoçar em casa. Normalmente faço o caminho a pé, mas dessa vez tava um dia meio chuvoso, então, fui de carro. No caminho fiquei olhando todos os carros que passavam pelo sinal verde e na minha vez... Vermelho. Dai que me veio a idéia de que estava vermelho exatamente por tudo que aconteceu antes. Pelo tempo que demoro para chegar até o carro, pela hora que sai do escritório, pelo tempo que demorei para fazer o que tinha para fazer de manhã, pelo tempo que demorei tomando café, pela hora que sai de casa de manhã, pelo tempo que demorei para me arrumar... Enfim. Por tudo! Até mesmo por ter nascido às 7h22! Será que se eu tivesse nascido às 7h21 mudaria alguma coisa? Provavelmente não. Acredito que a influência dos eventos da nossa vida tenha um raio limitado de ação. Uma perna quebrada ou tornozelo torcido tem um raio muito maior do que um arranhão no dedo. Ai entra outro ponto: seria um raio maior ou somente diferente? Como se esse raio na verdade fosse um algorítimo de influências, e de acordo com o evento o algorítimo teria uma maior abrangência na nossa vida. Uma perna quebrada me limita em muito, mas também me faz olhar para outras coisas. Já um arranhão no dedo não me limita em praticamente nada, mas com certeza eu vou sentir toda a vez que escrever, digitar ou qualquer outra coisa. Vou perceber mais a minhã mão e o cuidado que devo ter com ela. Ou somente evitar secar o suor da testa com ela. Vai arder.
(fôlego)
Fica para mim uma conclusão: não importa o que a gente faça, qualquer situação é uma oportunidade para mudar o jogo.
sexta-feira, outubro 14, 2011
terça-feira, outubro 11, 2011
Pelos passos do Senhor
A festa de nosso senhor é muito bonita. É alegre. É boa com o povo daqui.
De sol a sol o povo conhece suor na testa, água morna para matar a sede. A sede mata o homem ainda apoiado na enxada, mas ele não cai, não. Tem trabalho pela frente, tem água morna, tem Maria, tem 5 filhos. O homem morre, mas não cai.
Eis que vem a festa de nosso senhor. O povo sorri como amadores. Dança com jeito de quem sobe colina: perseverante e focado. A ginga não está nos pés e muito menos nos quadris. A ginga do povo que morre sem cair está no coração que volta a bater forte.
A música enche o povoado e enche de devaneios os recém nascidos homens da terra. Ninguém sabe do mundo fora daquelas baladas repetitivas. Desde a primeira gota de suor na testa, o som de nosso senhor tem gosto de chuva, rapadura, risadas e daquela música metálica, arrastada, inconfundível por ser a única.
No meio de tudo, Maneco não anda, não dança, não fala, não come, não bebe. Maneco se mistura na festa como areia no rio. Vaga pela correnteza. Beija marias e joanas. Soluça no vento. Abre os braços e agora é todos.
Maneco faz da terra um picadeiro. Faz das esculturas rococós da sua face a fachada de um templo de alegria e esperança. A esperança do povo daqui é de dias melhores, mas não a de Maneco. Maneco têm esperança de que a festa de nosso senhor nunca acabe. Sonha que a música seja mais longa que a sua própria vida. Sonha que o Sol ache que é domingo e não levante tão cedo.
Assim como areia no rio, Maneco assenta no chão com os primeiros raios da realidade. Agora a esperança é água que corre sobre sua cabeça e não leva ele. No fundo do rio, Maneco fecha o templo e se prepara para a primeira gota de suor do dia. No entanto, toda aquela água que passa no rio balança Maneco e avisa ele que um dia terá novamente a festa do nosso senhor.
Maneco se contenta e pensa que a festa de nosso senhor é muito bonita. É alegre. É boa com o povo daqui.
A festa de nosso senhor é muito bonita. É alegre. É boa com o povo daqui.
De sol a sol o povo conhece suor na testa, água morna para matar a sede. A sede mata o homem ainda apoiado na enxada, mas ele não cai, não. Tem trabalho pela frente, tem água morna, tem Maria, tem 5 filhos. O homem morre, mas não cai.
Eis que vem a festa de nosso senhor. O povo sorri como amadores. Dança com jeito de quem sobe colina: perseverante e focado. A ginga não está nos pés e muito menos nos quadris. A ginga do povo que morre sem cair está no coração que volta a bater forte.
A música enche o povoado e enche de devaneios os recém nascidos homens da terra. Ninguém sabe do mundo fora daquelas baladas repetitivas. Desde a primeira gota de suor na testa, o som de nosso senhor tem gosto de chuva, rapadura, risadas e daquela música metálica, arrastada, inconfundível por ser a única.
No meio de tudo, Maneco não anda, não dança, não fala, não come, não bebe. Maneco se mistura na festa como areia no rio. Vaga pela correnteza. Beija marias e joanas. Soluça no vento. Abre os braços e agora é todos.
Maneco faz da terra um picadeiro. Faz das esculturas rococós da sua face a fachada de um templo de alegria e esperança. A esperança do povo daqui é de dias melhores, mas não a de Maneco. Maneco têm esperança de que a festa de nosso senhor nunca acabe. Sonha que a música seja mais longa que a sua própria vida. Sonha que o Sol ache que é domingo e não levante tão cedo.
Assim como areia no rio, Maneco assenta no chão com os primeiros raios da realidade. Agora a esperança é água que corre sobre sua cabeça e não leva ele. No fundo do rio, Maneco fecha o templo e se prepara para a primeira gota de suor do dia. No entanto, toda aquela água que passa no rio balança Maneco e avisa ele que um dia terá novamente a festa do nosso senhor.
Maneco se contenta e pensa que a festa de nosso senhor é muito bonita. É alegre. É boa com o povo daqui.
quinta-feira, outubro 06, 2011
"não dê o peixe, ensine a pescar"
O provérbio chinês ao longo da história.
Feudalismo: "não dê o peixe, ele é meu!"
mercantilismo: "não dê o peixe, preencha três vias autenticadas do formulário de requisição e leve a um de nossos postos de entrega. Sua solicitação será avaliada dentro de 45 a 60 dias."
socialismo: "se quer peixe, vá pescar."
comunismo: "não ensine a pescar, dê o peixe."
capitalismo: "não dê o peixe, venda-o."
O provérbio chinês ao longo da história.
Feudalismo: "não dê o peixe, ele é meu!"
mercantilismo: "não dê o peixe, preencha três vias autenticadas do formulário de requisição e leve a um de nossos postos de entrega. Sua solicitação será avaliada dentro de 45 a 60 dias."
socialismo: "se quer peixe, vá pescar."
comunismo: "não ensine a pescar, dê o peixe."
capitalismo: "não dê o peixe, venda-o."
terça-feira, março 22, 2011
Vamos pensar sobre algo além do além.
Durante o dia eu olho para o céu e vejo algo incrível. Um mar de sonhos e pensamentos envoltos em nuvens. Algo realmente espetacular. Algo que deixa qualquer sonho solto e passível de grandes aventuras. No céu de claras nuvens vemos o que queremos ver. Podemos ver ursos, coelhos, grandes caravelas, enfim, o que pretendemos ver com nossas audaciosas imaginações.
Por vezes, me pego pensando em Deus, num grande mar de nuvens com castelos alicerçados no que posso chamar de paraíso. No entanto, e de noite que me questiono sobre isso.
Vendo o mesmo céu, não vejo as mesmas nuvens e nem o mesmo céu de anil que me foi ensinado como Deus. Vejo apenas um grande escuro com milhares de pontos cintilantes que mostram outros mundos sem os mesmo ideais ou sonhos. Vejo outros sonhadores. Outros crentes e incrédulos em fábulas não contadas. É nesse céu negro que me deparo com as incertezas em algo que me foi ensinado: um Deus acima de nós.
Talvez seja um devaneio - e muito provável que seja, mas a incerteza de para onde olhar quando procuramos algo maior esteja nos dizendo que o paradeiro dessa entidade esteja mais próxima de nós. Quem sabe esse grande ser, Esse Ser, abrace suas raízes nos mesmo mastros que nos, humanos, agarramos com tanta força para permanecermos vivos e existentes.
Penso que assim como é possível pensarmos em Deus como um ser além de nós, vivendo em um reino perfeito e almejado por todos, podemos vê-lo como parte do magnífico reino que chamamos de vida, e desse ponto penso que:
o reino que almejamos entrar nos primórdios de nossa formação foi formado no exato momento que sorrimos para o mundo.
Durante o dia eu olho para o céu e vejo algo incrível. Um mar de sonhos e pensamentos envoltos em nuvens. Algo realmente espetacular. Algo que deixa qualquer sonho solto e passível de grandes aventuras. No céu de claras nuvens vemos o que queremos ver. Podemos ver ursos, coelhos, grandes caravelas, enfim, o que pretendemos ver com nossas audaciosas imaginações.
Por vezes, me pego pensando em Deus, num grande mar de nuvens com castelos alicerçados no que posso chamar de paraíso. No entanto, e de noite que me questiono sobre isso.
Vendo o mesmo céu, não vejo as mesmas nuvens e nem o mesmo céu de anil que me foi ensinado como Deus. Vejo apenas um grande escuro com milhares de pontos cintilantes que mostram outros mundos sem os mesmo ideais ou sonhos. Vejo outros sonhadores. Outros crentes e incrédulos em fábulas não contadas. É nesse céu negro que me deparo com as incertezas em algo que me foi ensinado: um Deus acima de nós.
Talvez seja um devaneio - e muito provável que seja, mas a incerteza de para onde olhar quando procuramos algo maior esteja nos dizendo que o paradeiro dessa entidade esteja mais próxima de nós. Quem sabe esse grande ser, Esse Ser, abrace suas raízes nos mesmo mastros que nos, humanos, agarramos com tanta força para permanecermos vivos e existentes.
Penso que assim como é possível pensarmos em Deus como um ser além de nós, vivendo em um reino perfeito e almejado por todos, podemos vê-lo como parte do magnífico reino que chamamos de vida, e desse ponto penso que:
o reino que almejamos entrar nos primórdios de nossa formação foi formado no exato momento que sorrimos para o mundo.
segunda-feira, outubro 25, 2010
Eu sou o caminho. Sou o chão, a sujeira e o sapato. Sou o que está e o que não está. Sou a rua, sou o cachorro. Sou a grama, sou a árvore, sou a terra e a água. Sou o chão, sou o caminho. Eu sou o caminho. O trajeto e o percurso. Eu sou o caminho. Eu sou o passo e o passageiro. Sou o ar, sou o céu, sou o sol. Eu sou o prédio e o carro. Eu sou o chão, sou a terra, sou o caminho. Eu sou a Terra. Eu sou eu. Eu sou o outro. Eu sou tudo e nada. Eu sou, no final das contas, apenas o caminho e nada mais.
segunda-feira, agosto 16, 2010
Não sou de postar notícias aqui, mas essa me pareceu bem interessante pelo que existe por trás dela e principalmente pela opinião que somos influenciados - e quase obrigados - a ter frente a esse fato.
>>>
Talibãs matam casal adúltero à pedrada
Homem era casado e mulher estava noiva
Por: Redacção / CP | 16- 08- 2010 12: 40
Os talibãs mataram à pedrada um casal da província de Kunduz, no Afeganistão, informa a BBC.
Estavam acusados de ter um caso um com o outro, sendo que o homem era casado e a mulher estava noiva.
Testemunhas relataram que o casal foi apedrejado num mercado cheio de gente na pequena vila de Mullah Quli, no domingo.
Os talibãs asseguraram que o casal confessou o adultério.
A lei islâmica, ou Sharia, pune com castigos públicos o sexo entre pessoas não casadas e o apedrejamento até à morte é a pena mais comum.
(Fonte: site TVI24)
>>>
Punir pessoas com morte por apedrejamento é uma barbárie! É, sim. No entanto, é na nossa cultura. Quando tentamos julgar outra cultura a partir dos nossos princípios estamos fazendo a mesma barbárie. Não concordo com tal punição, mas a minha cultura - e a de todos que estão lendo - me permite apenas julgar ela mesma, uma vez que não entendo outros princípios que não os meus.
>>>
Talibãs matam casal adúltero à pedrada
Homem era casado e mulher estava noiva
Por: Redacção / CP | 16- 08- 2010 12: 40
Os talibãs mataram à pedrada um casal da província de Kunduz, no Afeganistão, informa a BBC.
Estavam acusados de ter um caso um com o outro, sendo que o homem era casado e a mulher estava noiva.
Testemunhas relataram que o casal foi apedrejado num mercado cheio de gente na pequena vila de Mullah Quli, no domingo.
Os talibãs asseguraram que o casal confessou o adultério.
A lei islâmica, ou Sharia, pune com castigos públicos o sexo entre pessoas não casadas e o apedrejamento até à morte é a pena mais comum.
(Fonte: site TVI24)
>>>
Punir pessoas com morte por apedrejamento é uma barbárie! É, sim. No entanto, é na nossa cultura. Quando tentamos julgar outra cultura a partir dos nossos princípios estamos fazendo a mesma barbárie. Não concordo com tal punição, mas a minha cultura - e a de todos que estão lendo - me permite apenas julgar ela mesma, uma vez que não entendo outros princípios que não os meus.
quinta-feira, agosto 12, 2010
Que sentimento estranho, né? Ele é grande, sério e confiante. Veste uma roupa neutra, como se o ato de vestir fosse irrelevante. Toma acento onde bem entende e vira senhor de tudo! Não sorri nem fica sisudo. Apenas olha fundo para a gente quando encaramos ele. No resto do tempo, quando esquecemos da sua presença, olha atento ao seu redor, esperando o momento certo de sussurrar baixinho "ei... E agora?"
quarta-feira, agosto 11, 2010
Eu andei por uma estrada certa até hoje. Agora tem um cidadão aqui me dizendo que não existe estrada! Vê se pode! Claro que existe! Eu ando nela. Tá ali o caminho. Em cada lado do caminho eu vejo todos os olhares de reprovação que me colocam e sempre colocou no mesmo rumo. Agora vem esse cidadão ai me dizendo que só são olhares, e que o caminho em si não existe. Veio comparando tudo isso com pólos positivos de um imã. Disse que não existe nada além força de repulsão que nos impede de encostar um no outro, mas se fizermos um esforço tem como. Olha a idéia do cidadão! Olha que absurdo! Não existe caminho? Que injúria! Que... Ultraje! E eu disse isso a ele. Sabe o que ele respondeu? Pior ainda! Respondeu que o único caminho que realmente existe é aquele que já foi percorrido. Para frente é campo aberto! Que se conseguirmos esquecer um pouco os imãs podemos seguir um caminho só nosso. Que absurdo sem tamanho! Os olhares de reprovação dos outros são como pólos iguais de um imã que criam um caminho indiferente às minhas vontades? Que o preço da autonomia é pago no medo de errar fatalmente? Um ultraje descabido! Eu escolho o que quero! Eu faço o que escolho! Eu quero o que escolho! Daí ele sorri e me pergunta: será?
segunda-feira, maio 31, 2010
João sempre colocava pontos nas discussões. Conheceu Maria, que sempre colocava reticências. Os pontos de João viraram exclamações e as reticências de Maria viraram dois pontos. Tiveram Carlos, que, assim que começou a falar, colocou interrogações, fazendo dos pontos de João, das reticências de Maria, novas vírgulas de uma família.
Diferenças neuropsicológicas de indivíduos da mesma espécie e de sexos diferentes
Hipótese #1
31 de maio de 2010. 11h53am. Uma Segunda-feira de sol.
Algumas diferenças foram levantadas em experimentos anteriores, mas todas foram desqualificadas na prática. Contudo, uma diferença se manteve. Não foi confirmada nem sua possibilidade nem sua impossibilidade. Ficamos num primeiro momento atônitos com os resultados inconsistentes. Pensamos poder ter sido um erro de cálculo, afinal, todos os demais experimentos haviam falhados. Refizemos alguns cálculos e quando tínhamos certeza dos nosso acertos, resolvemos encaminhar para o Instituto Nacional de Experimentação Científica (INEC). Felizmente o retorno foi rápido. Como já imaginávamos, os cálculos estavam certos.
A partir da teoria consagrada do cientista ucraniano Sergei Molokovich sobre a capacidade superior do sexo masculino em operar máquinas pesadas, pensamos em questões de cunho emocional para tal afirmação.
Esse mesmo fator que cria no homem uma maior capacidade para operar veículos automobilísticos provavelmente teria uma outra influência. Após alguns meses de pesquisa testando todos os aspectos referentes à teoria de Molokovich (habilidades motoras, concentração, reflexos, pensamentos automáticos, etc) chegamos a um ponto limítrofe - a noções básicas de quantidade.
Nesse ponto vimos uma discrepância significativa entre o que ambos os sexos entendem semanticamente por "mais, menos, um pouco, muito, de mais, de menos" e outros.
Ainda se configura uma hipótese, mas já temos quase certeza de que uma grande diferença entre os sexos da espécie em questão está no entendimento desequilibrado das quantidades.
Hipótese #1
31 de maio de 2010. 11h53am. Uma Segunda-feira de sol.
Algumas diferenças foram levantadas em experimentos anteriores, mas todas foram desqualificadas na prática. Contudo, uma diferença se manteve. Não foi confirmada nem sua possibilidade nem sua impossibilidade. Ficamos num primeiro momento atônitos com os resultados inconsistentes. Pensamos poder ter sido um erro de cálculo, afinal, todos os demais experimentos haviam falhados. Refizemos alguns cálculos e quando tínhamos certeza dos nosso acertos, resolvemos encaminhar para o Instituto Nacional de Experimentação Científica (INEC). Felizmente o retorno foi rápido. Como já imaginávamos, os cálculos estavam certos.
A partir da teoria consagrada do cientista ucraniano Sergei Molokovich sobre a capacidade superior do sexo masculino em operar máquinas pesadas, pensamos em questões de cunho emocional para tal afirmação.
Esse mesmo fator que cria no homem uma maior capacidade para operar veículos automobilísticos provavelmente teria uma outra influência. Após alguns meses de pesquisa testando todos os aspectos referentes à teoria de Molokovich (habilidades motoras, concentração, reflexos, pensamentos automáticos, etc) chegamos a um ponto limítrofe - a noções básicas de quantidade.
Nesse ponto vimos uma discrepância significativa entre o que ambos os sexos entendem semanticamente por "mais, menos, um pouco, muito, de mais, de menos" e outros.
Ainda se configura uma hipótese, mas já temos quase certeza de que uma grande diferença entre os sexos da espécie em questão está no entendimento desequilibrado das quantidades.
Assinar:
Postagens (Atom)