Opa!!!
Não sei como funciona em outras faculdade, mas na minha tem vários sites bloqueados. Um saco isso! Dai tem que prestar atenção na aula mesmo... Que? Não precisa?
- Isso mesmo!!! Chega de aula em laboratório de informática sem orkut ou msn!!
- Mas como?!
- Muito simples! Chegou o novo e revolucionário receptor infravermelho via satélite PROCOOPER 3000!
- UAU!
- Mas calma! Não é só isso!
- Não?! (boca aberta)
- Não mesmo! Ligando agora vocês ainda recebe o super Squiz'n'Shake! Um revolucionário triturador de alimentos que faz ótimos sucos!
(cara feilz!)
- Com ele você pode triturar esse punhado de pregos e depois fazer um delicioso suco de laranja! Sem problemas! Chega de tardes chatas sem nada para fazer!
- Nossa!!!!
- Então, ligue agora para o telefone que aparece em seu vídeo e peça o PROCOOPER 3000 e ganhei inteiramente grátis o Squiz'n'Shake! Tudo isso por dez pequenas parcelas de 199,90!!!
(locução): mais um produto Trammits Overscore Assissiation.
...
Mas se tu não quiseres compra isso, é só acessar: filter 2005
Mas não tem nada de Squiz'n'Shake pra ti!
quarta-feira, junho 29, 2005
sexta-feira, junho 10, 2005
quinta-feira, maio 19, 2005
Para todos que já tiveram que recorrer ao banheiro em casos de emergência (bebedeiras inexplicáveis ou aquela feijoada) e sintiram que a situação ficou crítica, ai vai...
UMA GRANDE FRASE.
UMA GRANDE FRASE.
quinta-feira, maio 12, 2005
Faz quase quatro anos que estou fazendo publicidade, e, finalmente estou me formando. E quando chega essa hora é inevitável pensar no que se vai fazer. Depois de quatro anos (o que é muito para quem tem só 22), surge uma pergunta: será que foi a opção certa?
Desde os meus seis anos de idade até os 17 eu queria ser médico. Meu pai é médico, e eu, por o admirar muito, via nessa profissão o meu caminho para a felicidade e sucesso. Tudo parecia certo, até que surgiram dois problemas: eu teria que fazer as pazes com os livros, o que, na época, era inviável; e ser médico envolve, em primeiro lugar, coisas de médico, o que remete ao primeiro problema, os livros.
Eis que, graças a minha querida e estimada prima Joana, descobri um outro caminho, que se encaixava mais ao meu perfil, um caminho mais descontraído e com bem menos livros.
Felizmente conheci a publicidade, apesar de não ter certeza de que é o meu caminho. Mas penso também que se cada tivesse de fato só um caminho, muitas pessoas felizes e bem sucedidas estariam no caminho errado. Penso assim, se não for esse caminho, fico feliz de ter descoberto isso, por que ao conhecer esse caminho, achei outros onde pode estar o meu.
Mas, depois de quatro anos, descobri um grande problema que eu sempre tive, apesar de não me parecer problema quando o mesmo era enorme, os livros. Essa briga durou por volta de 16 anos, começando a partir do momento que aprendi a ler. Hoje, não é mais uma briga, é mais um estranhamento que vem melhorando cada dia. Pelo incrível que pareça, o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) serviu para que acontecesse esse estreitamento na minha relação com esses chumaços de folhas. Ler é incrível. Com um livro, aprendi coisas que talvez demorasse mais uns quatro anos para tomar conhecimento. Parece besteira, mas essa canalização da sede por conhecimento isso que sempre tive foi uma das maiores vitórias que tive na faculdade, se não a maior.
Retomando a questão existencial de todos os formandos, penso em pessoas como Luís Fernando Veríssimo, que antes de ser escritor, era um redator publicitário. E é pensando nisso que vejo que a vida - profissional ou não - está repleta de oportunidade, e que a faculdade que a gente escolhe é apenas um caminho para que se possa entrar em contato com essa gama de oportunidades que nos rodeia.
Para finalizar em grande estilo, lembro do pensamento de Douglas Adam (2005) que "dizia algo, que era mais ou menos assim" (SEIXAS, 1976) as respostas estão a nossa volta, cabe a nós acharmos a pergunta certa.
Desde os meus seis anos de idade até os 17 eu queria ser médico. Meu pai é médico, e eu, por o admirar muito, via nessa profissão o meu caminho para a felicidade e sucesso. Tudo parecia certo, até que surgiram dois problemas: eu teria que fazer as pazes com os livros, o que, na época, era inviável; e ser médico envolve, em primeiro lugar, coisas de médico, o que remete ao primeiro problema, os livros.
Eis que, graças a minha querida e estimada prima Joana, descobri um outro caminho, que se encaixava mais ao meu perfil, um caminho mais descontraído e com bem menos livros.
Felizmente conheci a publicidade, apesar de não ter certeza de que é o meu caminho. Mas penso também que se cada tivesse de fato só um caminho, muitas pessoas felizes e bem sucedidas estariam no caminho errado. Penso assim, se não for esse caminho, fico feliz de ter descoberto isso, por que ao conhecer esse caminho, achei outros onde pode estar o meu.
Mas, depois de quatro anos, descobri um grande problema que eu sempre tive, apesar de não me parecer problema quando o mesmo era enorme, os livros. Essa briga durou por volta de 16 anos, começando a partir do momento que aprendi a ler. Hoje, não é mais uma briga, é mais um estranhamento que vem melhorando cada dia. Pelo incrível que pareça, o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) serviu para que acontecesse esse estreitamento na minha relação com esses chumaços de folhas. Ler é incrível. Com um livro, aprendi coisas que talvez demorasse mais uns quatro anos para tomar conhecimento. Parece besteira, mas essa canalização da sede por conhecimento isso que sempre tive foi uma das maiores vitórias que tive na faculdade, se não a maior.
Retomando a questão existencial de todos os formandos, penso em pessoas como Luís Fernando Veríssimo, que antes de ser escritor, era um redator publicitário. E é pensando nisso que vejo que a vida - profissional ou não - está repleta de oportunidade, e que a faculdade que a gente escolhe é apenas um caminho para que se possa entrar em contato com essa gama de oportunidades que nos rodeia.
Para finalizar em grande estilo, lembro do pensamento de Douglas Adam (2005) que "dizia algo, que era mais ou menos assim" (SEIXAS, 1976) as respostas estão a nossa volta, cabe a nós acharmos a pergunta certa.
quarta-feira, maio 11, 2005
Alguém se lembra da nutricionista Ruth Lemos, aquela do sanduíche-iche?
Ai vai o vídeo da entrevista que a levou ao estrelato!
Ruth Lemos
Ai vai o vídeo da entrevista que a levou ao estrelato!
Ruth Lemos
O blog tá de cara nova!
Mudei algumas coisas e pretendo dar mais atenção para ele. Se é que colocar só besteira aqui pode ser chamado de atenção.
Para quem não entendeu, o "no donut for you" não tem nada a ver com o Orkut, a não ser como fonte de inspiração. Esse link, do lado dos comentários, é o trackback, ou seja, quando tiver algum outro site relacionado ao tópico, eu vou colocar o link ali, capice?
E, para inaugurar essa nova fase, olha que fotinho linda... heheheheh

>>>>>>>>>>>> Minha linda Daninha e eu <<<<<<<<<<<<
Mudei algumas coisas e pretendo dar mais atenção para ele. Se é que colocar só besteira aqui pode ser chamado de atenção.
Para quem não entendeu, o "no donut for you" não tem nada a ver com o Orkut, a não ser como fonte de inspiração. Esse link, do lado dos comentários, é o trackback, ou seja, quando tiver algum outro site relacionado ao tópico, eu vou colocar o link ali, capice?
E, para inaugurar essa nova fase, olha que fotinho linda... heheheheh
>>>>>>>>>>>> Minha linda Daninha e eu <<<<<<<<<<<<
terça-feira, maio 10, 2005
Esse ai é no mesmo estilo do clipe do Jaspion (o cara tussiu), só que dessa vez os primeiros boys bands das séries japonesas os...
CHANGEMAN

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