terça-feira, abril 12, 2005

Se eu não fosse louco, enlouqueceria.

quinta-feira, março 31, 2005

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Provavelmente foi deitado na sua cama que ele pensou pela última vez sobre o assunto. Pensou sobre cada ponto de vista que a sua nublada memória podia reproduzir. Nada de novo. Apenas aquele antigo e forte sentimento que o fazia, e o faz perder minutos, até horas, tentando lembrar de alguma coisa perdida.
Contudo, dessa vez foi diferente. Ele lembrou. Foi como se tivesse encontrado a superfície após minutos de apnéia.
Um longo suspiro é emitido na escuridão. Dois olhos brancos permanecem fitando o teto, mesmo que não o veja. Infelizmente, não havia ninguém a volta para compartilhar aquela descoberta.
Talvez ele possa dormir agora. Talvez. Os olhos já não fitam mais o teto. A face esquerda cobre parte do travesseiro. A respiração se torna menos constante. Alguns pensamentos se confudem com a realidade. Enfim, ele dorme.
Agora, no silêncio da noite, não há mais memória, nem medo; não há mais lembranças perdidas, nem sentimentos incertos; só há sonhos, pois a casa de todos os anjos e demônios é a imaginação que se solta no escuro da noite.

terça-feira, dezembro 07, 2004

Aperte Alt+F4 para alívio imediato.

quinta-feira, novembro 18, 2004

"Imperdível!" - Jornal do Comércio
"Simplismente o melhor." - Revista Corte e Costura
"Oito pilhas por um real." - Camelô da rua da Praia

Lonely Astronaut

Agradecimentos a Joseph Peter, the Wally.

quinta-feira, novembro 11, 2004

O bêbado e o equilibrista

Caíííííía... A taarde feeeitummm viiiiiiiaduuuuuutu
Iu bêbadu trajando luuutu miiiiii leembrouuu Carliiiiiiiiiitus
A luuuaa, tau quau a dona do bordel
Pedia a cada estrela friiia
Um briiiiilhu diaaaa luuuu guéllll
I núvens, lá nu matA-borrão du céu
Chupavam manchas tOrturadas, quiiiii suuuufooocoooo
LOOOuucoo, u bêeebadoo com chapéuu cocô
Fazia irreverências miil pra noite du braaa siiiil
Meeeeeeuuuuuu Braaaasiiiilll
Qui sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo de fogueeeete
Chora a nossa pátria, mãe gentiiiiil
Choram Marias e Clariciiis nuuuu soluu duuu Braaasiiil
Mas seeeeeeeeeeeeei quiuma dor assim pungeente
Não há dii ser inutilmenti, a esperaaança
Dança na corda bamba di sombrinha
E em cada passo dessa liiiiinha podii siii maaaaaachuuuuuuuucaaaaaaar
Azaaaar, a esperança equilibriiiiiista
Sabe que o show de todo artiiiiiiiista
Tem que contiiiiiiiiiiiiiiiiinuuuuuuuuuuuuuuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar...

terça-feira, novembro 09, 2004

EL MAMUT

Acho que todo mundo já viu, mas vale a pena relembrar. E quem não viu, poderá ver um dos flashes mais hilário que existem.
E agora, a pior continuação(provavelmente criado por outros caras) já feito na história da humanidade, depois de Stargate 2:

EL MAMUT 2

terça-feira, outubro 26, 2004

7:12am
Há café, há leite
há saudade, hão idéias

Na espera para usar o banheiro, escutando música no seu computador, ela pensa sobre o que há de ser se for para ser. Será que deve haver o ser após a existência do talvez? Um minuto de reflexão. Conclusão: nem ela mesma entendeu a natureza desta questão.
O banheiro desocupou. Não há mais café, não há mais leite, só há cotidiano. E com essa paródia de Chico Buarque é que ele, outrora ela, vai para o dia.

domingo, outubro 03, 2004

Vonstrouisk Mestrusk Rebertus

12 diks osctrubs sest 2004

Nil dis, irh comans ust cauffs iek kuass. Er straunus comns teits forken lakrus enst vreissper der caindeitur. Kreis treink urka maurkin dust traimps.
Irh treismin mors mausknifasst iek. Sauris ust mausknifasst ek naigels irsha aiterdauss. Ust greits mauds, ust greits segauls.

quarta-feira, setembro 29, 2004

Essa história foi dedicada à minha melhor amiga, meu amor e grande parte da minha vida: minha zi (Dani :) )...